Faça um pequeno texto, como era o dia a dia nessas viagens, componentes e turma
Blog destinado as publicações das atividades educativas, projetos, formaturas, datas comemorativas da prof. Esp Ilma Araujo, sob seu olhar historico.
Novembro
2Dia de Finados e WANDER KAUA
4 Dia do Inventor
5 Dia da Ciência e Cultura
9 Tatiana
11 Valterline
12 Dia Nacional da Pessoa com Surdocegueira e diretor da escola.
13 MARCOS VINNICYOS
14 LUCAS RUANNEZ
15 Proclamação da República
17 Dia Internacional do Estudante
19 Dia da Bandeira
20 Dia Nacional da Consciência e Vania Meneses
23 Dia nacional de combate ao dengue
Negra
26 Jackeline
Grazielle, Indra, Alicia,Luis Filipe , Débora, Camille , Kayc ,Wanderson
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Extremamente desconfortável, insalubre e perigosa. Em média, a cada três navios que partiam de Portugal nos séculos 16 e 17, um afundava. Cerca de 40% da tripulação morria nas viagens, vítimas não só de naufrágios, mas também de ataques piratas, doenças e choques com nativos dos locais visitados.
Aline, Francileide, Davi, Guilherme, Levi, Raielle, Kelle e Luíza
ResponderExcluirExpansão Ultramarina
As primeiras grandes navegações permitiram a superação das barreiras comerciais da Idade Média, o desenvolvimento da economia mercantil e o fortalecimento da burguesia.
Aline, Francileide, Davi, Guilherme, Levi, Raielle, Kelle e Luíza
ResponderExcluirTexto
Extremamente desconfortável, insalubre e perigosa. Em média, a cada três navios que partiam de Portugal nos séculos 16 e 17, um afundava. Cerca de 40% da tripulação morria nas viagens, vítimas não só de naufrágios, mas também de ataques piratas, doenças e choques com nativos dos locais visitados.
Brenda, Raphel, Gissele, kemily, Nina, Dayane, Roberta, Iandra
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Não era nada fácil...
Extremamente desconfortável, insalubre e perigosa. Em média, a cada três navios que partiam de Portugal nos séculos 16 e 17, um afundava. Cerca de 40% da tripulação morria nas viagens, vítimas não só de naufrágios, mas também de ataques piratas, doenças e choques com nativos dos locais visitados.
Brenda, Raphael, Iandra, Kemily, Roberta, Dayane e Gissele
ResponderExcluirTexto
Nessas embarcações, comprimiam-se durante meses de viagem cerca de 60 homens e mais os animais destinados à alimentação, além de armas, munições, alimentos, entre outros. O cotidiano dos navegadores não era nada fácil. ... As viagens marítimas nos séculos XV e XVI eram cheias de imprevistos (que ainda hoje ocorrem
Não era nada fácil...
ResponderExcluirExtremamente desconfortável, insalubre e perigosa. Em média, a cada três navios que partiam de Portugal nos séculos 16 e 17, um afundava. ... Quem não tinha dinheiro e via os alimentos se esgotarem caçava ratos e baratas, que infestavam os navios, para sobreviver.
Wesley Sofia Emília Maria Mariany João Marcos Glauciene Carlos 101
Não era nada fácil...
ResponderExcluirExtremamente desconfortável, insalubre e perigosa. Em média, a cada três navios que partiam de Portugal nos séculos 16 e 17, um afundava. Cerca de 40% da tripulação morria nas viagens, vítimas não só de naufrágios, mas também de ataques piratas, doenças e choques com nativos dos locais visitados.(Davi, Pedro, Erika, Aline, olhar, Nathalia, Yasmin, Maria Eduarda, sthefanny
Rafael
ExcluirO dia a dia nas viagens da Expansão Marítima era difícil, marcado por condições precárias, alimentação escassa, doenças como o escorbuto e o medo constante do desconhecido. Os marinheiros enfrentavam longas jornadas, disciplina rígida e riscos como tempestades e naufrágios. Apesar disso, essas expedições traziam descobertas, riquezas e transformaram a visão do mundo.
ExcluirQuem não tinha dinheiro e via os alimentos se esgotarem caçava ratos e baratas, que infestavam os navios, para sobreviver. Nesse ambiente de luta pela sobrevivência, os motins se tornavam comuns e eram reprimidos com brutalidade pelos oficiais, que andavam com espada, adaga e pistolas. A falta de segurança ainda era agravada pela má conservação dos barcos, que em muitas ocasiões tinham cascos apodrecidos e velas desgastadas. Mesmo com tantos problemas essas embarcações valiam fortunas. “Em meados do século 16, uma caravela aparelhada para 120 tripulantes custava em torno de 75 quilos de ouro, o equivalente à compra de 758 mil escravos africanos”, afirma Fábio. A caravela se tornou o mais famoso tipo de navio usado nas jornadas dos descobrimentos, mas havia também a nau, embarcação mais lenta, mas que possuía maior capacidade de carga e podia levar um número maior de canhões e tripulantes.
ResponderExcluirWESLEY SOFIA MARIA MARIANY EMILIA CARLOS JOÃO MARCOS GLAUCIENE CARLOS
A base da alimentação era os costumeiros biscoitos duros e salgados, que cada tripulante recebia uma libra por dia. Também recebiam por dia 1,4 litro de vinho tinto e 1,4 litro de água. A água era para beber, para higiene pessoal e cozinhar os alimentos.Quem não tinha dinheiro e via os alimentos se esgotarem caçava ratos e baratas, que infestavam os navios, para sobreviver. Nesse ambiente de luta pela sobrevivência, os motins se tornavam comuns e eram reprimidos com brutalidade pelos oficiais, que andavam com espada, adaga e pistolas (Davi, Pedro, Erika, Aline, olhar, Nathalia, Yasmin, Maria Eduarda, sthefanny, Raphael )
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ResponderExcluirO dia a dia dos navegadores e exploradores era repleto de desafios. As viagens eram longas e perigosas, muitas vezes durando meses. Os marinheiros enfrentavam tempestades, doenças como o escorbuto devido a falta de vitamina C, e a incerteza de encontrar terra firme.
ResponderExcluirRUBENICE, LUCIANO, ICARO, MARIA EDUARDA E LAYANE. TURMA:100
Extremamente desconfortável insalubre e perigosa. Em média, a cada três navios que partia de Portugal nos séculos 16 e 17, um afundava ou não retornava. Cerca de 40% da tribulação morria nas viagens por falta de higiene ou alimentação adequada. ( Turma 100 mjp nomes Laura Déborah Esther Emilly Maria Paula e Joaquim)
ResponderExcluirA expansão marítima asiática foi um período fascinante de descobertas e desafios, onde navegadores europeus, como Vasco da Gama, abriram novas rotas comerciais para a Ásia, mudando o curso da história global.
ResponderExcluirTurma 100 Mateus, Wesley,Pedro, Gabriel Ruadson
Arthur
As viagens marítimas durante a expansão marítima eram extremamente desconfortáveis, insalubres e perigosas. A vida a bordo eram marcadas por insalubridade, o porão do navio era um lugar insalubre, onde se misturava marujos, soldados, cargas e animais. Doenças era um dos muitos desafios junto com ataque de piratas. ( Turma 100 mjp nomes Laura Déborah Esther Emilly Maria Paula e Joaquim
ResponderExcluirSeus objetivos eram retomar o comércio direto de especiarias, encontra novas fontes de mentais preciosos e converter populações nativas ao cristianismo. Expansão marítima possibilitou a conquista de territórios até então desconhecidos pelos os europeus.
ResponderExcluirCentro educa mais MJP
Nomes: Jhennyff, Rayane , Geovana, Eric , Maria Izabela, Wemily, Pamela ,Phelipe .
Rebecca Gleyce, Debora Luiza, Vitória Gabryella, Ruth Macedo, Gleyciane e Vitor Ezequiel
ResponderExcluirTurma: 101
O dia a dia na expansão marítima era difícil e precário. Os marinheiros enfrentavam longas jornadas em navios apertados, com alimentos escassos e deteriorados, convivência forçada e doenças como o escorbuto. As tarefas incluíam manutenção do navio e navegação com instrumentos simples.
Gabriel,Pietro,Vitor Gabriel,Pedro,Lucas,Carlos Alexandre
ResponderExcluirDurante a expansão marítima (séculos XV e XVI), os navegadores enfrentavam longas jornadas pelo mar em busca de novas rotas comerciais e territórios. O cotidiano era marcado por trabalhos intensos, como manutenção do navio, navegação e pesca. A alimentação era básica, com biscoitos secos, peixe salgado e água, muitas vezes contaminada. Doenças como o escorbuto eram comuns devido à falta de vitamina C. As condições eram duras, com espaço apertado, falta de higiene e clima imprevisível, mas o objetivo de encontrar riquezas e novas terras mantinha a tripulação motivada.
O dia a dia nas viagens da expansão marítima era marcado por desconforto, insalubridade e perigo. A vida nas caravelas era marcada por:
ResponderExcluirTrabalho em turnos: A tripulação dividia o trabalho em turnos de quatro horas, levantando e baixando velas, vigiando o horizonte, bombeando água, pescando, entre outras tarefas.
Pouco sono: A tripulação dormia pouco.
Privações: Os tripulantes tinham uma ração diária composta por três refeições de biscoito, duas doses de água e vinho. Os mais privilegiados tinham acesso a carnes, açúcar, cebolas, mel, farinha e frutas.
Doenças: A tripulação estava sujeita a doenças.
Ataques piratas: A tripulação estava sujeita a ataques piratas.
Choques com nativos: A tripulação estava sujeita a choques com nativos dos locais visitados.
Naufrágios: Em média, a cada três navios que partiam de Portugal, um afundava.
Morte: Cerca de 40% da tripulação morria nas viagens.
A expansão marítima foi um fenômeno que ocorreu entre os séculos XV e XVII, quando as grandes potências europeias partiram em expedições para alcançar as terras do Extremo Oriente.
Nas viagens usavam caravelas, enfrentavam tempestados, Fome e doencas, os marinheiros se guiavam por instrumentos rudimentares, como astrolabios e bussolas, utilizando mapas, embarcações projetadas para cruzar grandes distancias, e as doenças eram causadas
ResponderExcluirpela deficiencia de vilamina c
componentes: (Isa, Jamille, Hyan, Rafhaelly, Barbara, Carla, Kemilly • Sala 102
O dia a dia nas viagens geralmente era intenso e cheio de camaradagem entre a turma. Desde o início, a preparação já envolvia organização e trabalho em equipe: montar os equipamentos, verificar os suprimentos e garantir que tudo estivesse pronto para seguir viagem. Durante o trajeto, as atividades variavam. Alguns momentos eram dedicados à exploração e à contemplação das paisagens, enquanto outros eram focados no esforço físico, como caminhar, remar ou subir terrenos desafiadores.
ResponderExcluirOs componentes da equipe tinham papéis bem definidos, com tarefas divididas de acordo com as habilidades de cada um: havia quem cuidava da navegação, quem liderava os preparativos das refeições e até aqueles responsáveis por registrar as memórias, seja em fotos ou relatos escritos. À noite, ao redor de uma fogueira ou improvisados em barracas, o grupo se reunia para trocar histórias, rir das dificuldades do dia e planejar o próximo destino. Mais do que a jornada, era a convivência que tornava essas viagens únicas.
Enzo Gabriel , Iasmim Garcez,Pedro Josias,Jéssica,Márcio,Luane
ExcluirExtremamente desconfortável e insulbre, e perigosa ( Kauã Victor, leylson, Vitor, Kauã Silva, iyre
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