Outubro

Dia Internacional da Música, Kauan 2 admI MJP 01/10 Dia das Abelhas, 03/10 Niver Prof Josiana MJP Dia de São Joao Calábria 08/10 Niver de Leticia Santos MJP 2 admII Niver de Esdras 10/10 Niver de Gabriel Lorran 11/10 Dia das Crianças, 12/10 Niver de Pyetro 2 inf MJP 14/10 Dia do Professor, 15/10 Dia Mundial da Lavagem das Mãos, 15/10 Niver de Wilma, Dia do Medico, Geovanna 101 MJP Wesley 2 admII 18/10 Dia Nacional da Inovação, Luciano MJP 2admII19/10 Niver de Claide Vi 20/10 MJP 102 Niver de Luis Alberto 22/10 MJP 102 Niver Prof Harley Justino 23/10 Dia Nacional da Saúde Bucal, Maria Fernanda MJP 101, Ivanilson MJP 102 Raissa 2 inf MJP 25/10 Niver de Estevao 2 inf MJP 26/10 Niver de Arnaldy 27/10 - MJP 101 Niver do Prof Luis e Hugo Justino, Graziella MJP101, Geovana 2 admI MJP 28/10 Dia Nacional do Livro, Ronald Cascaes MJP 102 29/10 Dia das Bruxas, 31/10 Niver de Gilton, Dia do Saci, 31/10
Mostrando postagens com marcador historia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador historia. Mostrar todas as postagens

domingo, 7 de março de 2021

DIA INTERNACIONAL DA MULHER -MJP(Centro Educa Mais Menino Jesus de Praga)

Localizado na  Unidade 203, Rua 203, nº 50 SO - Cidade Operária, São Luís - MA. É uma escola de tempo integra da rede publica estadual,seu publico abrange alunos do ensino medio do 1 ao 3 ano.
 

Professoras que compoem o quadro da instituiçao Menino Jesus de Praga
1-Prof: Ilma - Historia                             9- Laila - Espanhol
2-Aleandra - Geografia (PCA)                10- Ivanilde - Sociologia 
3-Iraildes- Dir. Adjunta                         11 - Cintia - Quimica
4-Vania - Diretora Geral                       12-  Alessandra - Biologia
5- Nonata - Coordenadora Geral         13 - Idaiana - Arte
6- Carmem - Quimica (PCA)                  14- Jackeline - Portugues
7 - IVanilde Teixeira -Matematica (PCA)15-Patricia - Educaçao Fisica
 8-Rosangela - Portugues                        16- Gisele - Biologia


Dia Internacional da Mulher: mulheres empoderadas

Historicamente, a MULHER sempre esteve presente no campo social, politico e econômico. Embora não apareça em destaque, pontua-se alguns episódios a refletir:

·         Mulheres que atuam em profissão que eram exclusivamente masculinas: engenheiro, pedreiro, eletricista, poder executivo (Dilma, Michelle Bachelet, Roseana Sarney, Margareth Thatcher, Ângela Merkel)

·         As conquistas das mulheres: do voto ao futebol (Pia Mariane Sundhage, Mharta, Edina Alves.

·         A participação das mulheres nas independências da América Latina. (Maria Quitéria).

·         Mulheres negras, militância e resistência :Thereza Santos

·         Direitos das Mulheres no Brasil na constituição de 1988 (artigos)

·         A história das mulheres no mercado de trabalho (pode ser alguém da sua família)

·         Mulheres na ciência: Marie Curie

Mediante esses fatos, escolha um dos itens acima e demonstre sua reflexão escolhendo um método abaixo:

1-       -Vídeo de no máximo 5 minutos.

2-     - Podcast: pode ser uma poesia, comentário.

3-      -Post feito pelo Power Point.

4-      - Cartaz manual tirando uma foto

5-      - Entrevista

TURMA 200


 aluno: Samuel




Aluna: Karina Souza

TURMA 201


FELIPE L SANTOS

TURMA 300


Aluna: Maria Lopes











TURMA 301

Juliana C. Silva


 

 A HISTÓRIA DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

Desde os primórdios as mulheres participam do mercado de trabalho, seja doméstico, em cooperativas ou rurais, com o passar do tempo a chancela feminina da sociedade começou a se interessar ao trabalho assalariado, começando então, a ingressar nas empresas, mais especificamente, as tecelãs. Esse trajeto deu-se início na Inglaterra e logo se espalhou na França, aí então, começaram a surgir as operárias em grandes escalas.

Com o desenvolvimento industrial, as máquinas passaram a exigir menos força e mais habilidade, podendo ser manuseadas mais facilmente por mulheres e crianças.

Com o advento do capitalismo, aproveita-se a mão de obra barata, reduzindo-se os salários e aumentando as cargas horárias por conta disso, os trabalhadores masculinos deixaram de se interessar pelo trabalho fabril e assim, o mercado fica aberto para a ingressão de mulheres e crianças. 

 

A INGRESSÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

Com a necessidade cada vez maior de contribuir com o sustento familiar, mulheres e crianças, aos montes, ingressavam às oficinas de fiação na Inglaterra, França, Alemanha, se espalhando por toda Europa.

Fazendo-se menção às condições de trabalho, não precisa dizer que eram desumanas, trabalhos exaustivos de turnos de até 17 horas seguidas, em caso de desatenção ou pequenos erros, eram abruptamente castigadas, e os salários ficavam a critério do empregador. Muitas morriam de exaustão, outras de tuberculose.

Uma pesquisa realizada pelo governo inglês por volta de 1814, comprovou que as mulheres trabalhavam 16 horas nas fábricas e seu salário não dava para as necessidades básicas diárias, inclusive crianças de 5 e 6 anos também já trabalhavam em fábricas.

Uma outra pesquisa realizada na França, concluiu que 40% das mulheres laboravam em indústrias, fábricas ou domicílios, com turnos de 12 a 15 horas e ganhando apenas 90 cêntimos por dia.

Com a grande exploração do trabalho feminino, vivia as mulheres, em total abandono, um exemplo dessa situação é a Lei francesa de 9.9.1848, que regulava a duração do trabalho nas indústrias, não se aplicava à mulher operária, as quais tinham restrições apenas, nos trabalhos em minas subterrâneas.

Com essas mulheres e crianças ocupando as vagas no mercado de trabalho a um custo mais baixo, o número de desempregados aumentou significativamente, como uma forma de controlar isso, alguns estadistas mais esclarecidos, começaram a provocar medidas de proteção à mulher, como uma espécie de “desculpa” para que não fosse tão vantajoso a permanência de apenas mulheres na indústria, fábricas e outros.

Somente em meados de 1892, decorrente das recomendações da Conferência de Berlim, que se tratava da proibição do trabalho feminino na indústria, e após em meados de 1906, foi elaborado o primeiro projeto de convenção internacional, proibindo então, o trabalho noturno nas indústrias pelas mulheres. No entanto, essa convenção não se concretizou na maioria dos países convenentes.

Com a criação do Tratado de Versailles, começou a surgir, de fato, a busca pela igualdade salarial e alguns direitos que diziam “A trabalho igual deve-se pagar salário igual, sem distinção de sexo do trabalhador” e “deve-se organizar em cada Estado, serviço de inspeção que compreenda mulheres, a fim de assegurar a aplicação de leis e regulamentos para proteção dos trabalhadores.”

Mesmo após muitas décadas, a mulher foi ganhando espaço no mercado e conquistando mais direitos, participavam do desenvolvimento da humanidade ativamente, no entanto, a figura feminina ainda tinha seu trabalho explorado.

A proteção do trabalho da mulher provocava ao empregador um certo desconforto, tendo como exagerado, tudo aquilo que as cercavam de direitos e as protegiam. A ex-Juíza do trabalho, Dra. Anna Britto da Rocha Acker dizia:

“Mas hoje a tecnologia acabou com este conceito de que a mulher é mais fraca, já que para movimentar máquinas imensas só se precisa apertar um botão. Vê-se agora muito mais o intelecto e a capacidade de produção. A proteção agora é para o humano, o emocional e aí tanto entra o homem como a mulher. O ideal, é claro para os dois, seria não haver trabalho noturno, já que é uma hora destinada ao repouso, mas o funcionamento de uma cidade exige que nem todos parem.”

O excesso de protecionismo da mulher acaba provocando uma dificuldade maior da mesma obter emprego, ocasionando assim mais um preconceito social, sendo portanto mal vista aos olhares dos empregadores.

No Brasil, era-se negado a proteção das mulheres, assim, se viam novamente abandonadas pelo Estado. Por culpa da cultura extremamente machista que se instalou no Brasil ao longo de décadas, dificilmente as mulheres ocupam lugares em fábricas ou indústrias, pois é algo mal visto pela sociedade, a qual acredita que “a mulher tem que fazer trabalho de mulher”, por conta disso, sobrava apenas o trabalho doméstico às mulheres e os trabalhos artesanais.

Com o passar dos anos, a mulher se viu obrigada a ocupar uma posição na sociedade, além de, na maioria das vezes, mãe, esposa e dona de casa, a mulher ingressou no mercado de trabalho para poder então, completar a renda familiar. Se viu obrigada a se adaptar ao mercado, acumulando mais uma função dentre as muitas que já possuía.

Algumas mudanças emergenciais foram necessárias para se adaptar à realidade feminina, porém, longe se ser o suficiente. A maior mudança teve de ser em si própria, a qual teve que se adaptar às condições de trabalho e complementar com os trabalhos de sua vida particular que já lhes pertenciam, o restante, no entanto, ficou praticamente estagnado, para os governantes, era praticamente inexistente o conhecimento da mulher no labor, e quando faziam qualquer menção da mesma, era com o intuito de condená-la.

Desde o momento da entrada da mulher no comércio, nas fábricas e em outros campos de trabalho, houve uma discriminação muito grande, foi vista, desde sempre como o sexo frágil, que era menos capaz que os homens.

Com o passar dos anos, houveram algumas evoluções do direito da mulher no mercado de trabalho, este preconceito ainda existe, e está enraizado na sociedade como um todo. Alguns fatores muito explícitos comprovam essa teoria, como por exemplo, a mulher, mesmo ocupando os mesmos cargos que os homens, continuam ganhando salários menores, são mais propensas a sofrerem abusos em seu ambiente de trabalho, além do mais, não chegam às posições de chefia com a mesma facilidade que os homens.

Esta é uma realidade que está presente na cultura atual, a qual continua diminuindo a posição da mulher no mercado de trabalho, a sociedade ainda a enxerga com maus olhos, ocupam cargos menos importantes, subempregos e mesmo ocupando a mesma posição que os homens, recebem salários menores.


















TURMA 302


















Marina Cunha






Aluna:Vanessa Ribeiro











segunda-feira, 7 de outubro de 2013

SÃO JOÃO CALÁBRIA: TEMPOS NOVOS, COISAS NOVAS



João Calábria nasceu em Verona no dia 8 de outubro de 1873.
Desde o seu nascimento, a pobreza lhe foi mestra de vida.
Vindo a falecer seu pai, teve que interromper a 4a série primária e trabalhar como garçom. Pe. Pedro Scapini, Reitor de São Lourenço, percebendo as virtudes do jovem, preparou-o com aulas particulares para os exames de admissão ao 2° grau, no Seminário. Tendo sido aprovado nos exames, foi admitido e frequentou o 2° grau como aluno externo. Mas teve que interrompê-lo no 3° ano para prestar o serviço militar.
Terminado o serviço militar, retornou aos estudos. Numa noite fria de novembro de 1897 - quando frequentava o l ° ano de teologia - regressando do hospital, onde tinha visitado doentes, encontrou encolhido na porta de sua casa um menino fugido dos ciganos. Então, acolhendo-o, levou-o para sua casa e partilhou com ele o seu pequeno quarto. Foi o inicio de suas obras com os meninos órfãos e abandonados.
Depois de alguns meses, fundou a "Pia União para a assistência aos doentes pobres", reunindo um grande número de clérigos e leigos.
Este foi somente o início de uma vida caracterizada totalmente pela caridade. "Todos os instantes de sua vida foram uma personificação do maravilhoso cântico de São Paulo sobre a Caridade", escrevia na sua carta de postulação ao papa Paulo VI uma médica hebréia que o Pe. João Calábria salvou da perseguição nazista e fascista, ocultando-a entre as religiosas do seu Instituto, vestindo-a com o hábito delas.
Em 1910 fundou também o ramo feminino, as " Irmãs ", sendo reconhecida no dia 25 de março de 1952 como Congregação de direito diocesano, com o nome de " Pobres Servas da Divina Providência" e aos 25 de dezembro de 1981 obteve a Aprovação Pontifícia.
Tendo sido ordenado sacerdote no dia 11 de agosto de 1901 foi nomeado Vigário Cooperador na paróquia Santo Estêvão e confessor no Seminário. Dedicou-se com zelo especial às confissões e ao exercício da Caridade, privilegiando sobretudo os mais pobres e marginalizados.
Em 1907, nomeado Vigário da Reitoria de São Benedito ao Monte, começou também a acolher e ajudar espiritualmente alguns soldados. No dia 26 de novembro do mesmo ano, na Rua Case Rotte, iniciou oficialmente o Instituto " Casa Buoni Fanciulli ", que no ano seguinte, foi transferido para um lugar definitivo na Rua San Zeno in Monte, atual Casa Mãe.
Com os meninos, o Senhor mandou-lhe também alguns leigos que desejavam partilhar com ele a própria doação ao Senhor. Com este pequeno grupo de homens entregues totalmente ao Senhor no serviço aos pobres com uma vida radicalmente evangélica, fez com que a Igreja de Verona revivesse o clima da Igreja Apostólica. E aquele primeiro núcleo de homens foi a base da Congregação dos Pobres Servos da Divina Providência, sendo aprovada pelo Bispo de Verona aos 11 de fevereiro de 1932 e obtendo a Aprovação Pontificia aos 25 de abril de 1949.
Logo após a aprovação diocesana, a Congregação difundiu-se em várias regiões da Itália, sempre ao serviço dos pobres, dos abandonados e dos marginalizados. Extendeu a sua ação também aos idosos e doentes, dando vida à " Cittadella della Carità ". O Coração apostólico do Pe. João Calábria pensou também nos Párias da índia, enviando, no ano de 1934, quatro Irmãos a Vijayavada.
O Pe. João Calábria confiou às duas Congregações a mesma missão que o Senhor lhe inspirou desde quando era um jovem sacerdote: "Mostrar ao mundo que a Divina Providência existe, que Deus não é um estrangeiro, mas que é Pai e cuida de seus filhos, contanto que nós O acolhamos e façamos a nossa parte que é buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça" (cf. Mt 6, 25-34).
Para testemunhar tudo isto, acolheu gratuitamente em suas casas meninos necessitados material e moralmente, criou hospitais e casas para acolher e dar assistência corporal e espiritual aos doentes e idosos. Abriu casas de formação para os jovens e adultos pobres, a fim de ajudá-los a realizar a própria vocação sacerdotal ou religiosa, deixando-os livres para ingressar na diocese ou Congregação que o Senhor lhes tivesse inspirado. Estabeleceu que os seus religiosos exercitassem o apostolado nos lugares mais pobres, "onde não se pode esperar nenhuma recompensa humana".
"Resplandeceu como farol luminoso na Igreja de Deus". São exatamente estas as palavras que o Beato Cardeal Schuster mandou epigrafar sobre o túmulo do Pe. João Calábria.
Desde 1939 até o dia de sua morte, em contraste com seu inato desejo de ocultar-se, alargou os seus horizontes até alcançar as fronteiras da Igreja, " gritando " a todos que o mundo poderia salvar-se somente retornando a Cristo e ao seu Evangelho.
Foi assim que se tornou uma voz profética, um ponto de referência: bispos, sacerdotes, religiosos e leigos, viram nele o guia seguro para eles mesmos e para suas próprias iniciativas.
Os bispos da Conferência Episcopal do Trivêneto, na carta de postulação endereçada ao papa João Paulo II escreveram: "Pe. Calábria, exatamente para preparar a Igreja do ano 2000 - expressão a ele familiar - fez de sua vida um sofrido e enternecido apelo à conversão, à renovação, à hora de Jesus com acentos impressionantes de premente urgência ... Parece-nos que a vida do Pe. Calábria e a sua mesma pessoa constitua uma "profecia" do vosso apaixonado grito a todo o mundo: "Abram as portas a Cristo Redentor!".
Ele compreendeu que nesta radical e profunda renovação espiritual do mundo, deveriam ser envolvidos também os leigos. Por isto, em 1944, fundou a " Família dos Irmãos Externos ", constituída por leigos. Rezou, escreveu, agiu e sofreu também para a unidade dos cristãos. Portanto, manteve fraternas relações com protestantes, ortodoxos e hebreus: escreveu, falou, amou e nunca polemizou. Conquistou com o amor. O Pastor luterano Sune Wiman de Eskilstuna (Suécia) que manteve com Pe. Calábria um abundante intercâmbio epistolar, endereçou no dia 6 de março de 1964 uma carta de postulação ao papa Paulo VI para solicitar-lhe a glorificação do seu venerado amigo.
Este foi o período misteriosamente mais doloroso de sua vida. Parecia que Jesus Cristo o tivesse associado à agonia do Getsêmani e do Calvário, aceitando a sua oferta de ser "vítima" para a santificação da Igreja e para a salvação do mundo. O Beato Cardeal Schuster comparou-o ao Servo de Javé.
Morreu no dia 4 de dezembro de 1954. Na vigília porém, fez o seu último gesto de caridade: ofereceu a sua vida ao Senhor pelo papa Pio XII, que estava agonizando. Deus aceitou sua oferta: Pe. João Calábria morreu e o Papa, misteriosa e repentinamente recuperou a saúde e viveu por mais quatro anos. O mesmo Pontífice, desconhecendo o último gesto de oferta do Pe. Calábria, mas profundo conhecedor de toda a sua vida, recebendo a notícia de sua morte, em um telegrama de pêsames à Congregação, definiu-o "campeão de evangélica caridade ".
O Pe. João Calábria foi beatificado pelo papa João Paulo II no dia 17 de abril de 1988.

Neste resumo de  vida  que sua semente foi lançada pelo mundo a fora e o Centro de Ensino São José Operário, fez esta singela homenagem.













Arquivo do blog